O FUTURO DA HUMANIDE - REFLEXÕES






terça-feira, 23 de abril de 2013

0123-DEBATE COM ATEUS...


ARGUMENTEI:

O ser humano está construindo a sua própria imortalidade através da ciência e do conhecimento; afirmei que o domínio da morte é apenas um pequeno passo na rota evolutiva e acontecerá em breve, em poucos séculos; que, na jornada terrena estamos construindo o “CONHECIMENTO ABSOLUTO” através da ciência; que só o conhecimento nos possibilitará dominar o Tempo o Espaço, a Matéria e tudo que se relacione a eles, de forma plena e absoluta; eu disse ainda que, passaremos de escravos a senhores destas três dimensões.

RESPONDEU UM ATEU:

“Se um dia formos capazes de alcançar a imortalidade, seja pelo meio que for, nosso sentido de vida mudará para algo como: “O que fazer agora que somos imortais?” Aí se resolve este dilema e encontraremos outro, claro, se no meio da viagem, a Vida perecer por outros motivos e não pudermos nem ao menos lutar por nossa sobrevivência.”

ARGUMENTEI:

Quando você se refere à conquista da imortalidade, se expressa com dúvidas: “Se um dia formos capazes…” Para isso digo: a antropologia e a história do desenvolvimento da ciência e do conhecimento, nos últimos dois séculos e meio, quando observada com rigor, mais a projeção que se pode fazer a partir do estágio atual, não deixa dúvidas, a conquista da morte é coisas pra poucos séculos, quando muito dois ou três, não creio que passe disso. Digo mais, a conquista da morte é apenas um pequeno passo na epopeia evolutiva, perto da conquista maior, do verdadeiro motivo da nossa odisseia na terra: a construção do “CONHECIMENTO ABSOLUTO”. Este será o apogeu de todas as conquistas humanas e portanto o alvo maior da nossa odisseia terrena.

Temos que entender e assimilar uma PREMISSA de uma vez por todas, para o bem da ciência, da liberdade e do avanço da imaginação e do conhecimento humano: “OS MISTÉRIOS COM QUE CONVIVEMOS HÁ MILHÕES DE ANOS SÃO FINITOS, E NÃO INFINITOS”. Assim, o conhecimento absoluto, por exemplo, é apenas uma questão de tempo; assim como é uma questão de tempo o conhecimento e a compreensão do Cosmos, o domínio de todas as doenças, de todos os recursos e possibilidades da genética e o domínio da própria morte, conquistas eminentes, para um futuro relativamente próximo.

Lembremos que a ignorância escraviza o ser humano até confrontar o conhecimento, a partir daí, mesmo lentamente, o conhecimento expulsa a ignorância gerando o saber; este promove a independência gerando a liberdade; e esta, ávida por avançar, volta buscar novos conhecimentos… Tenho uma espécie de convicção que essa dinâmica geométrica, muito provavelmente, nos levará ao CONHECIMENTO ABSOLUTO, e ao status de DEUS ou, dos DEUSES, que estão por trás do nossa odisseia terrena.


Assim como a eletricidade foi um “mistério” para a humanidade durante milênios e, apenas a mais ou menos dois séculos e meio a dominamos e começamos a explorá-la em benefício de raça humana; assim como a metalurgia foi “mistério” por milhares de anos e somente na Idade do Bronze começamos a dominá-la e a explorá-la lentamente em benefício da raça humana; assim foram com os conhecimentos que possibilitaram o fim do geocentrismo; Assim foi a conquista dos ares pela aviação; assim foram com as invenções das vacinas e dos medicamentos e as demais conquistas na área da medicina, bem como, todas as demais áreas do conhecimento, dominadas até o momento…

Assim foram, absolutamente uma a uma, todas as conquistas, todos os conhecimentos adquiridos e acumulados, desde que começamos a andar eretos e usar ferramentas…

Esta antropologia da ciência e do conhecimento nos diz de forma clara, convincente e indubitável: todos os “MISTÉRIOS” que persistem, (eu disse todos) terão o mesmo destino, o DESVELAMENTO… Assim estamos construindo, lentamente, passo a passo, o estágio do “conhecimento absoluto”...

Pra resumir esta dissertação, que poderia ser longa e se tornar, assim, ilegível, digo que, o ante-final dessa odisseia evolutiva, será o momento em que conseguirmos nos transformar em energia ou ondas eletromagnéticas (desmaterialização), sair voluntariamente e voltar voluntariamente à matéria. Pra isso estamos vivendo, no momento, a “pedra lascada” dessa realidade através de várias ciências como a Física Quântica ou Subatômica, a manipulação Genética, a Nanotecnologia, o conhecimento do Cosmos, por exemplo; além de outras, inclusive as que nem se quer foram descobertas...

Não vou cogitar agora acerca do final do estágio evolutivo, ficaria muito longa a postagem. Este assunto foi o tema de uma postagem anterior, de número 0120, neste Blog…

Ainda sobre a outra pergunta do ateu: “O que fazer agora que somos imortais?”

Respondo: Imagine alguém com conhecimento, bom senso, cultura, dinheiro, liberdade, juventude e espírito de aventura para viver no mundo de hoje, o que esse indivíduo faria? Possivelmente muitas coisas imprevisíveis, mas, poderia conhecer outros países, outras culturas, museus, obras de arte, escalaria o Evereste, daria uma volta ao mundo sobre uma possante motocicleta, manteria uma obra filantrópica ou de natureza ecológica, etc., etc., Tudo, porém, seria feito no nosso pequeno planeta Terra.
Agora imagine você tendo o Universo inteiro ao seu dispor, onde somente na via Láctea existem, segundo descoberta recente da NASA, 17 bilhões de “Terras”, à sua disposição, Já que você pode se desmaterializar e viajar à velocidade da luz, pra qualquer um desses planetas, possivelmente habitados, e, em estágios evolutivos variados…

Por isso o universo é infinito, porque é o lugar de “exploração” e deleite dos seres imortais que seremos um dia; e, é isso que faremos quando chegarmos lá, meus caros ateus, teremos o universo inteiro e uma vida eterna para explora-lo, e, tendo este universo uma evolução e um desenvolvimento aleatório, jamais será repetitivo ou entediante, por mais que vivamos...

O Status dos Deuses que estão por trás da nossa aventura terrena, e o nosso encontro com eles, é o que nos reserva, o “CONHECIMENTO ABSOLUTO” que estamos construindo, obstinadamente, de geração à geração, há milhares de anos…

Antônio Ferreira Rosa.
 

domingo, 14 de abril de 2013

0122-RESPOSTA A UM ATEU...


Afirmou o ateu, em um debate em que participei: “o universo é finito e um dia terá fim, pela expansão, como tudo tem fim”. Querendo com isso refutar-me por ter afirmado que o ser humano é eterno, e que, após a morte habitará o “paraíso”; que o “paraíso” não é nada místico, e, é um planeta perfeito, onde o “CONHECIMENTO ABSOLUTO” já existe;  é um planeta como outros bilhões de planetas existentes em milhões de Galáxias pelo  universo  afora.  Porém, é um lugar onde existe a perfeição absoluta conquistada pelo desenvolvimento da ciência e do conhecimento, nada mais que isso...

Respondi: o universo é extremamente dinâmico, quando morre uma estrela, outras estrelas e planetas, ou outros elementos cósmicos, nascem... Depois, mesmo que se extinguisse pela expansão ou outro motivo qualquer, o que, particularmente, não acredito, voltaria à condição inicial podendo dar origem a outro Big Bang. E, desta vez, poderia ter o gatilho disparado por nós, já que nesta época teríamos acessado, há muito tempo, à condição de “Deuses”, uma vez  que somos “Deuses” em formação...

Antônio Ferreira Rosa.

0121-LIÇÕES DA VIDA...


Esta vida é um mosaico de muitas e longas batalhas, vencemos muitas, perdemos algumas, mas, as lições que aprendemos e as conclusões que tiramos nos insucessos, são muitas vezes no mínimo surpreendentes. Hoje aprendi que a desistência, o recuo, enfim, a estratégia da retirada, numa batalha longa e desgastante, pode ser tão confortante quanto a vitória. Não logrei êxito no sentido recorrente, depois de anos de luta, mas, estou aliviado, “guardei as armas”; estou, contudo, seguro de que a minha consciência não poderá me acusar, doravante... E, o que é mais importante, preservei a fé na guerra, pela vida e a felicidade, minha, daqueles que me são queridos, e de todos quanto se pode ajudar ou torcer por esse maravilhoso “Planeta Azul” afora. Essa guerra maior continua árdua, mas, empolgante como sempre e, essa, vou vencer...

Antônio Ferreira Rosa.