O FUTURO DA HUMANIDE - REFLEXÕES






sexta-feira, 18 de agosto de 2017

0157-MORTE


Algoz, errante, fria; não importa, lugar, hora, nem dia...

Velhos, jovens, ricos, pobres; machos ou fêmeas, bichos ou gente, não importa; tua saga é cega, predadora; tua fome é gula, devoradora... 

Ódio, nada, amor... 
Não importa a causa, tua face é gélida, teu espaço inerte, teu rastro, de dor...

Mesmo de longe, longe dos nossos, longe da gente, é choro certo, daquele que fica, daquele que sente.

Há morte pra vida? E morte pra morte? Nem o mais sábio vivente, pode saber. 

Ninguém responde, ninguém prevê, Por quê?  Por quê?



Antonio Ferreira Rosa

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